luckyjetparimatchpinuppin-upmostbet casinomostbetmosbet4a betpin-up1win sayti1win aposta1win aviatorparimatchlucky jet crashpin-upmostbet kzmosbet casino1win online1winmostbet casinopinup casino1win slotmostbet casino1win aviatorpin up casinomosbet indialucky jet casino1win kz1 winmostbet4r betmosbet casinomostbet casinomostbet kz4a betaviatorlucky jet online1 win azaviator1win gamesmostbet aviator loginlacky jetmostbet aviator login1winpin up kz1win casinopinuppin up india4rabet mirrorpin up bet1 win
Territorial

Fórum Estadual de Educação destaca experiência do Território do Sisal como referência para os novos Planos Municipais de Educação

Durante o I Encontro Territorial de Educação, Participação e Regime de Colaboração, realizado nesta sexta-feira (17), em Araci, a coordenadora do Fórum Estadual de Educação da Bahia (FEE-BA) e professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), Talamira Taita, destacou a importância da articulação territorial para fortalecer a elaboração dos novos Planos Municipais de Educação (PME’s) e apontou a experiência do Território do Sisal como referência para outras regiões do estado.

Em entrevista à Web TV Undime Bahia, a representante do Fórum Estadual ressaltou que o encontro evidencia a força do trabalho coletivo e da participação social na construção das políticas educacionais.

Segundo ela, a presença de mais de 20 representações de instituições e segmentos da educação demonstra o compromisso do território com o regime de colaboração e com a gestão democrática.

“O primeiro Encontro Territorial de Educação, que aborda a participação e o regime de colaboração, por si só expressa o que é o trabalho de um coletivo. Hoje temos aqui mais de 20 representações deste território, além da consolidação de um Observatório da Educação, que é uma experiência extremamente importante para este momento de construção dos novos planos municipais”, afirmou.

Observatório fortalece diagnóstico dos municípios

Talamira explicou que o Observatório da Educação do Território do Sisal representa uma estratégia fundamental para apoiar os municípios na etapa de diagnóstico dos novos PMEs, reunindo professores da educação básica e superior, pesquisadores e diferentes instituições para contribuir tecnicamente com o planejamento educacional.

Segundo a coordenadora, o objetivo é que cada município consiga elaborar um plano alinhado às suas necessidades e características locais.

“Quando falamos da importância dos observatórios, é porque uma mão ajuda a outra. São pesquisadores, professores e diferentes atores reunidos para pensar as demandas do território e contribuir para que cada município construa um diagnóstico consistente e um plano que realmente corresponda às necessidades da sua população.”

Ela ressaltou que o modelo desenvolvido no Sisal não deve ser reproduzido de forma idêntica em outros territórios, mas serve como inspiração para fortalecer o planejamento educacional em toda a Bahia.

Experiência do Sudoeste também fortalece o regime de colaboração

Ao comentar a realidade do Território de Identidade do Sudoeste Baiano, onde atua, ela destacou que a região já possui uma trajetória consolidada de encontros intermunicipais envolvendo secretários de educação, equipes técnicas, fóruns municipais, conselhos e representantes da comunidade escolar.

Ela lembrou que um dos encontros promovidos no território reuniu cerca de 250 participantes, fortalecendo o diálogo entre os municípios.

Embora o Sudoeste ainda não conte com um Observatório da Educação, a expectativa é que cada território baiano desenvolva sua própria estrutura de acompanhamento e monitoramento das políticas educacionais.

“O objetivo do Fórum Estadual de Educação é que cada território tenha seu observatório. O regime de colaboração exige compreender a singularidade de cada município, respeitando suas características e construindo soluções de forma coletiva.”

Educação pensada a partir das realidades locais

A coordenadora também enfatizou que cada território possui diferentes potencialidades, instituições de ensino superior e desafios próprios, tornando essencial que o planejamento educacional considere essas especificidades.

Ela citou como exemplo municípios do Sudoeste baiano que contam com universidades públicas e polos de educação superior, enquanto outros possuem estruturas completamente distintas, exigindo estratégias diferenciadas.

Para Talamira, democratizar o debate sobre a educação significa envolver todos os atores na construção das políticas públicas, garantindo que as decisões cheguem efetivamente às escolas.

“O que acontece hoje aqui representa aquilo que idealizamos para a educação baiana: democratizar o processo de pensar a educação e seu futuro para, consequentemente, propor as melhorias necessárias no chão de cada escola dos 417 municípios da Bahia.”

O I Encontro Territorial de Educação, Participação e Regime de Colaboração reuniu dirigentes municipais de educação, representantes da Undime Bahia, do Fórum Estadual de Educação, da UNCME, da Secretaria da Educação do Estado, conselheiros, equipes técnicas e demais instituições parceiras, consolidando o Território do Sisal como uma importante referência na construção colaborativa das políticas públicas educacionais.

Deixe um comentário

Facebook
YouTube
Instagram