“As classes baixas precisam ocupar cada vez mais os bancos da universidade”, Renê Silva

O Coordenador do Rede de Práticas da Undime Bahia, Renê Silva destacou nesta segunda-feira (10) ao participar da etapa do Ciclo de debates da Educação na China e no Brasil que existem quatro pontos excepcionais que devem ser levados em consideração.

O ordenamento jurídico da educação básica; o princípio da colaboração; fontes de financiamento e alguns desafios inerentes a execução da legislação em vigor e a efetivação da políticas de estado.

“Ao longo da nossa história, sempre tivemos uma classe dominante que pensou as políticas públicas para educação, que não atendiam aos anseios da grande massa e esse processo precisa ser desconstruído com a participação das classes baixa e média na discussão e consolidação destas políticas de estado”, destaca Renê.

Ele lembrou que “as propostas de políticas públicas de estado precisam ter continuidade, pois quando há a interrupção de uma etapa, todo o processo fica comprometido”.

O encontro tem o propósito de identificar as características institucionais, o perfil demográfico da Educação, as políticas públicas, as formas de organização e financiamento e a participação dos setores público e privado na oferta do Direito à Educação, assim como avaliar as pedagogias utilizadas nos dois países, especialmente aquelas que levaram ao sucesso da China em termo de avaliações.

O evento também almeja realizar análise sobre o sistema educacional universitário, modelos curriculares e de gestão, âmbito de oferta e prioridades em diferentes áreas acadêmicas, como Ciências Exatas, Ciências da Saúde, Artes e Humanidades.

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