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BahiaFórum Extraordinário

Intersetorialidade pauta segunda mesa do Fórum da Undime Bahia e reforça integração de políticas públicas

A segunda mesa do segundo dia do Fórum Extraordinário da Undime Bahia, realizada em Salvador, coloca em evidência a intersetorialidade como estratégia fundamental para a gestão eficiente das políticas públicas, reunindo especialistas para discutir caminhos de integração entre diferentes áreas e ampliar o impacto das ações nos municípios.

Participaram do debate o professor Marcos Paiva, Coordenador Estadual do Novo PAR a professora Dinalva Melo do Nascimento, vice-Presidente do CEE e a professora Gesuína de Fátima Elias Leclerc,  Analista Técnica de Políticas Sociais que compartilharam experiências e reflexões sobre a necessidade de articulação entre setores como educação, saúde, assistência social e cultura.

Durante a mesa, os palestrantes destacaram que os desafios enfrentados pelas políticas públicas são cada vez mais complexos e, por isso, exigem respostas integradas. A intersetorialidade foi apontada como um caminho estratégico para otimizar recursos, evitar sobreposição de ações e garantir um atendimento mais completo às demandas da população.

Os especialistas também ressaltaram que a atuação conjunta entre diferentes áreas contribui para ampliar o alcance das políticas e promover maior equidade, especialmente em contextos de vulnerabilidade social. A integração entre setores permite uma leitura mais ampla das realidades locais e favorece a construção de soluções mais eficazes e sustentáveis.

A mediação do debate ficou a cargo do professor Jefferson Leite, DME de Luís Eduardo Magalhães, presidente Undime na Bacia do Rio Grande que incentivou o diálogo entre os participantes e reforçou a importância de fortalecer práticas colaborativas na gestão pública. Segundo ele, o trabalho em rede é essencial para garantir que as políticas cheguem de forma efetiva aos territórios.

Alinhado ao objetivo central da mesa, o debate também destacou o papel do Plano Municipal de Educação (PME) como instrumento articulador entre sistemas, instituições, órgãos e diferentes setores da administração pública. Nesse sentido, o PME foi apontado como peça-chave para garantir não apenas o planejamento, mas também o monitoramento contínuo das políticas educacionais, assegurando o direito à educação com base em ações integradas e sustentáveis.

A mesa reforçou, assim, a necessidade de superar a fragmentação das políticas públicas e investir em estratégias colaborativas, capazes de promover desenvolvimento social e assegurar direitos de forma mais ampla, eficaz e duradoura.

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