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BahiaFórum Extraordinário

Intersetorialidade é apontada como caminho para fortalecer políticas educacionais no Fórum da Undime Bahia

O segundo dia do Fórum Extraordinário da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) Bahia, dentre outras pautas, foi marcado por discussões estratégicas sobre a efetividade das políticas públicas educacionais. Representando Brasília e o Ministério da Educação, a especialista Gesuína de Fátima destacou a intersetorialidade como elemento essencial para garantir que as ações cheguem, de fato, ao cotidiano dos municípios.

Durante a entrevista à Web TV Undime Bahia, Gesuína enfatizou que o planejamento educacional não deve se limitar à perspectiva dos 10 anos dos planos decenais, como o Plano Nacional e os Planos Municipais de Educação. Segundo ela, é preciso considerar cada um dos 3.650 dias que compõem esse período, assegurando que crianças, adolescentes, jovens e adultos estejam diariamente na escola, aprendendo e construindo suas trajetórias.

A gestora ressaltou ainda os desafios enfrentados pelos dirigentes municipais de educação, que lidam com a responsabilidade de implementar políticas públicas em meio a demandas administrativas, prestação de contas e articulação com órgãos de controle. Nesse contexto, ela reforçou que o chamado “controle” deve ser compreendido como acompanhamento e apoio à execução das políticas, e não apenas como fiscalização punitiva.

Ao անդր abordar o novo Plano Nacional de Educação, já aprovado no Senado Federal e aguardando sanção presidencial, Jesuína destacou a importância de diretrizes como a intersetorialidade e a interseccionalidade. Para ela, essas abordagens são fundamentais para enfrentar os problemas educacionais de forma integrada, envolvendo diferentes atores sociais desde o início até a avaliação dos resultados.

A especialista também reforçou a ideia de corresponsabilidade, ao afirmar que a educação exige o envolvimento de toda a sociedade desde órgãos como tribunais de contas até associações comunitárias, câmaras municipais e famílias. “É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança”, pontuou, destacando a necessidade de participação coletiva contínua.

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