luckyjetparimatchpinuppin-upmostbet casinomostbetmosbet4a betpin-up1win sayti1win aposta1win aviatorparimatchlucky jet crashpin-upmostbet kzmosbet casino1win online1winmostbet casinopinup casino1win slotmostbet casino1win aviatorpin up casinomosbet indialucky jet casino1win kz1 winmostbet4r betmosbet casinomostbet casinomostbet kz4a betaviatorlucky jet online1 win azaviator1win gamesmostbet aviator loginlacky jetmostbet aviator login1winpin up kz1win casinopinuppin up india4rabet mirrorpin up bet1 win
Bahia

Professora Alda Pepe destaca papel dos conselhos e urgência da alfabetização durante seminário em Salvador

Durante a cobertura especial da Web TV da Undime Bahia, no seminário da Uncme, realizado em Salvador, a professora Alda Pepe, foi homenageada na abertura do evento, reconhecida por sua contribuição histórica à educação pública baiana, Alda Pepe também integrou debates ao longo da programação, reforçando a importância dos conselhos de educação como instâncias fundamentais de articulação entre Estado e sociedade.

Em entrevista a Web TV Undime, ela destaca que “os conselhos falam em nome do Estado para a sociedade e, ao mesmo tempo, fazem a interlocução da sociedade com o Estado. Esse papel é essencial, especialmente em um momento de construção dos planos de educação”, afirmou.

A educadora destacou o contexto atual como decisivo para o futuro da educação brasileira, com a recente aprovação do Plano Nacional de Educação e o avanço na elaboração dos planos estaduais e municipais. Segundo ela, esse processo exige responsabilidade e visão estratégica.

“Estamos fazendo uma antecipação de futuro. Planejar a educação é assumir compromissos com qualidade e, sobretudo, com equidade”, pontuou, ao destacar a necessidade de garantir o direito à educação para todos.

Um dos pontos centrais de sua fala foi a alfabetização na infância. Ao comentar os dados mais recentes da Bahia, que atingiu 55% de crianças alfabetizadas, a professora reconheceu o avanço, mas fez um alerta contundente sobre o desafio que ainda persiste.

“É positivo termos avançado, mas ainda temos 45% de crianças não alfabetizadas. Isso não pode ser naturalizado. É uma forma de violência simbólica”, destacou, reforçando a gravidade do problema.

A reflexão dialoga com conceitos debatidos por especialistas como João Carlos Salles, mencionados durante o evento, ao tratar da exclusão educacional como uma violação de direitos.

Para ela, a superação desse cenário passa diretamente pelo cumprimento das metas e estratégias previstas nos planos decenais. Ela defende que a alfabetização deve ser tratada como prioridade absoluta nas políticas públicas.

“Precisamos encarar isso como uma dívida social. Toda criança tem direito de aprender. Qualquer resultado abaixo de 100% é injusto”, afirmou.

A educadora também ressaltou a importância de uma atuação integrada entre diferentes setores da sociedade. Segundo ela, a educação não pode ser responsabilidade exclusiva das escolas ou das secretarias, mas deve envolver uma ação intersetorial ampla.

“A educação básica é o alicerce de qualquer desenvolvimento — pessoal, social ou econômico. É o mínimo que não pode faltar”, concluiu.

Deixe um comentário

Facebook
YouTube
Instagram