Articuladora regional destaca impacto do ProLEEI na educação infantil durante lançamento em Salvador
O lançamento do Programa de Formação Continuada ProLEEI reuniu educadores e articuladores de diferentes territórios da Bahia em um encontro realizado na Universidade Federal da Bahia, em Salvador. O evento marcou o início de uma nova etapa de fortalecimento das políticas de formação voltadas à educação infantil.
Durante a programação, a professora Elisângela Lopes, articuladora regional de gestão vinculada à União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), destacou a importância do programa para transformar as práticas pedagógicas nas redes municipais.
Segundo ela, a experiência com o antigo programa LEEI já trouxe avanços significativos e agora ganha nova dimensão com o ProLEEI, ampliando as possibilidades de formação continuada para professores da educação infantil.
“A formação transforma a nossa prática e também a vivência das crianças. O ProLEEI traz cultura, memórias da infância, músicas e experiências que fortalecem os eixos da interação e da brincadeira, fundamentais para o desenvolvimento das crianças”, afirmou.
Natural de Serrinha e atuando no território de identidade do Território do Sisal, a professora ressaltou que o trabalho em rede entre os municípios fortalece as ações educacionais na região.
De acordo com Elisângela, o território reúne 20 municípios que participam das formações e trocam experiências pedagógicas, fortalecendo uma rede de colaboração entre gestores e educadores.
“A articulação regional permite que as demandas dos municípios cheguem até nós e que possamos dialogar para garantir que os processos formativos cheguem de fato à ponta, que é a escola”, explicou.
Ela também destacou o trabalho conjunto com outras articuladoras regionais, como Tamires Fraga e Luana Soares, que atuam na mediação entre os municípios e as políticas educacionais voltadas à primeira infância.
Para a educadora, iniciativas como o ProLEEI contribuem diretamente para a melhoria da aprendizagem, preparando as crianças para o processo de alfabetização nos primeiros anos do ensino fundamental.
“O objetivo é garantir que nossas crianças cheguem ao primeiro ano com experiências significativas de aprendizagem, com base na cultura, na brincadeira e na interação”, concluiu.










